Vozes nordestinas
Quantas histórias escritas e protagonizadas por pessoas nordestinas você já leu? Quanto da cultura nordestina você conhece? Quantas vezes encontrou…
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Quantas histórias escritas e protagonizadas por pessoas nordestinas você já leu? Quanto da cultura nordestina você conhece? Quantas vezes encontrou…
Começar essa apresentação com uma informação brutal não era a nossa intenção, mas precisamos encarar os fatos: o Brasil é o paÃs que mais mata pess…
Você sabia que 56% da população brasileira é negra? Contudo, o mercado editorial não reflete isso e está beeem longe de expressar essa representati…
Em 2019 lançamos nosso primeiro financiamento coletivo, para a publicação do primeiro livro da série Vozes: Vozes Negras, que tinha como objetivo a…
Se você é uma garota que gosta de garotas e também ama ler, provavelmente já se deparou com um clichê, desses que aquecem o coração. Thati, Mariana…
Quantas histórias escritas e protagonizadas por pessoas nordestinas você já leu? Quanto da cultura nordestina você conhece? Quantas vezes encontrou livros e produtos feitos por pessoas nordestinas que não fossem classificados como “regionais”?
O Nordeste abriga 25% da população brasileira e é a região com mais estados do Brasil (são nove ao todo), sendo a Bahia o maior deles. Entre 1559 e 1763, a região sediou a capital federal do paÃs. Ainda assim, analisando o mercado editorial, é fácil perceber que os autores e suas publicações estão concentrados, em sua grande maioria, na região sudeste.
Quando pensamos em um livro produzido no Rio de Janeiro ou São Paulo, por exemplo, encaramos ele como um produto nacional a ser lido e apreciado por todo o paÃs. Mas quando pensamos em livros produzidos no Nordeste, eles são tidos como regionais ou voltados para um nicho especÃfico. E por quê?
Depois do sucesso do Vozes Negras e Vozes Trans e pensando nesse enorme abismo, é com muita alegria que compartilhamos com vocês o terceiro volume da série Vozes: Vozes Nordestinas, que tem como objetivo ampliar a voz de escritores e profissionais de uma região rica e constantemente silenciada e esquecida na nossa literatura contemporânea.
"Vozes Nordestinas" é o terceiro livro da série Vozes e, assim como os dois primeiros, se faz resistência. Um grito de liberdade de pessoas constantemente silenciadas, que reivindicam seu protagonismo e ampliam suas vozes pela escrita. Através de ilustrações de Beatriz Montenegro e quatro histórias de ficção, es autores Deko Lipe, Yuri Rebouças, Lorena Ribeiro e Lira Queiroz narram a trajetória de personagens em busca de seus sonhos e de se verem representades. O livro conta, ainda, com prefácio de Pedro Rhuas, autor do sucesso Enquanto Eu Não Te Encontro.
Começar essa apresentação com uma informação brutal não era a nossa intenção, mas precisamos encarar os fatos: o Brasil é o paÃs que mais mata pessoas trans e travestis em todo o mundo. Em nosso paÃs, a expectativa de vida de uma pessoa é de 75,5 anos, segundo o IBGE. Para pessoas trans, contudo, esse número cai para menos da metade. A expectativa de vida de uma pessoa trans é de apenas 35 anos. No paÃs com mais de 13 milhões de desempregados, pessoas trans e travestis ainda se deparam com mais um fator dificultante: o preconceito. Segundo pesquisa da OAB, 82% das pessoas trans não concluem seus estudos.
Considerando esses dados alarmantes, como podemos esperar que pessoas trans encontrem seu espaço no mercado editorial quando elas já partem em imensa desvantagem na corrida da vida?
Embora o mercado editorial esteja um pouco mais aberto a publicar histórias protagonizadas e/ou escritas por autores trans, ainda não há dados concretos sobre a presença dessas pessoas em posições de poder.
Depois do sucesso do Vozes Negras, apresentamos a vocês o segundo financiamento coletivo da série Vozes: Vozes Trans, que tem como objetivo ampliar a voz de uma minoria em constante desvantagem e silenciamento.
"Vozes Trans" é o segundo livro da série Vozes e, assim como o primeiro, se faz resistência. Um grito de liberdade de pessoas trans constantemente silenciadas, que reivindicam seu protagonismo e ampliam suas vozes pela escrita. Através de ilustrações de Lune Carvalho e quatro histórias de ficção, es autores Brenda Bernsau, Jonas Maria, Koda Gabriel e Limão narram a trajetória de personagens em busca de seus sonhos e de se verem representades. O livro conta, ainda, com prefácio de Amara Moira.
Em 2019 lançamos nosso primeiro financiamento coletivo, para a publicação do primeiro livro da série Vozes: Vozes Negras, que tinha como objetivo ampliar a voz, através da escrita, de mulheres pretas. Em 2020 apresentamos para vocês o projeto Amor Entre Garotas, cujo objetivo era publicar três livros de meninas amando outras meninas. De lá pra cá, os pedidos para que esses projetos ganhem uma continuação têm sido muitos, por isso, resolvemos unir o melhor dos dois mundos e compartilhamos com vocês nossa mais nova aventura: Afrosáficas.
Através dessa série, vamos publicar três autoras pretas, com três livros inéditos, onde o tema central é o amor entre garotas pretas.
Se para meninas sáficas de uma maneira geral se ver num romance já é difÃcil, quando pensamos em um recorte racial essa dificuldade se torna ainda maior. Nosso objetivo é levar para a estante de vocês autoras incrivelmente talentosas, histórias maravilhosas e o amor sáfico afrocentrado.
O Amor na Porta do Lado, de Amanda Condasi
Fica Tudo Bem, de LÃvia Ferreira
Bem Depois do Sol, L.S. Englantine
Se você é uma garota que gosta de garotas e também ama ler, provavelmente já se deparou com um clichê, desses que aquecem o coração. Thati, Mariana e Maria, pelo menos, já. Cresceram rodeadas de livros e tentaram se ver em alguns deles. A menina nerd que se apaixona pelo garoto popular, a garota que se apaixona pelo garoto que acreditava odiar, ou ainda, a menina que se apaixona pelo melhor amigo do irmão. O que todas essas histórias têm em comum? Um relacionamento heteronormativo.
Meninas lésbicas, bissexuais e pansexuais em algum momento tentaram se encaixar nesses famosos clichês, mas falharam. Falharam porque gostar de outra garota é completamente diferente e traz suas próprias questões; Falharam porque até chegaram a acreditar que era errado, já que não era algo que se via nos livros, filmes e séries que assistiam; Falharam porque mesmo quando o mercado editorial começou a voltar sua atenção para obras LGBTQIA+, era mais G do que qualquer outra coisa. A série "Amor Entre Garotas" vai publicar não apenas um, mas três livros protagonizados por meninas que amam outras meninas, sejam elas lésbicas, bi ou pan. E você não precisa ser uma garota para apoiar nosso projeto, não é nenhum clube da Luluzinha, sabe? Para poiar nosso projeto, basta acreditar que toda forma de amor é válida e deve ser celebrada.
A Grande Chance de Ana Luna, de Thati Machado
Cartas Para LuÃsa, de Maria Freitas
Amélia Sem Filtro, de Mariana Mortani
Quantas histórias escritas e protagonizadas por pessoas nordestinas você já leu? Quanto da cultura nordestina você conhece? Quantas vezes encontrou livros e produtos feitos por pessoas nordestinas que não fossem classificados como “regionais”?
O Nordeste abriga 25% da população brasileira e é a região com mais estados do Brasil (são nove ao todo), sendo a Bahia o maior deles. Entre 1559 e 1763, a região sediou a capital federal do paÃs. Ainda assim, analisando o mercado editorial, é fácil perceber que os autores e suas publicações estão concentrados, em sua grande maioria, na região sudeste.
Quando pensamos em um livro produzido no Rio de Janeiro ou São Paulo, por exemplo, encaramos ele como um produto nacional a ser lido e apreciado por todo o paÃs. Mas quando pensamos em livros produzidos no Nordeste, eles são tidos como regionais ou voltados para um nicho especÃfico. E por quê?
Depois do sucesso do Vozes Negras e Vozes Trans e pensando nesse enorme abismo, é com muita alegria que compartilhamos com vocês o terceiro volume da série Vozes: Vozes Nordestinas, que tem como objetivo ampliar a voz de escritores e profissionais de uma região rica e constantemente silenciada e esquecida na nossa literatura contemporânea.
"Vozes Nordestinas" é o terceiro livro da série Vozes e, assim como os dois primeiros, se faz resistência. Um grito de liberdade de pessoas constantemente silenciadas, que reivindicam seu protagonismo e ampliam suas vozes pela escrita. Através de ilustrações de Beatriz Montenegro e quatro histórias de ficção, es autores Deko Lipe, Yuri Rebouças, Lorena Ribeiro e Lira Queiroz narram a trajetória de personagens em busca de seus sonhos e de se verem representades. O livro conta, ainda, com prefácio de Pedro Rhuas, autor do sucesso Enquanto Eu Não Te Encontro.
Começar essa apresentação com uma informação brutal não era a nossa intenção, mas precisamos encarar os fatos: o Brasil é o paÃs que mais mata pessoas trans e travestis em todo o mundo. Em nosso paÃs, a expectativa de vida de uma pessoa é de 75,5 anos, segundo o IBGE. Para pessoas trans, contudo, esse número cai para menos da metade. A expectativa de vida de uma pessoa trans é de apenas 35 anos. No paÃs com mais de 13 milhões de desempregados, pessoas trans e travestis ainda se deparam com mais um fator dificultante: o preconceito. Segundo pesquisa da OAB, 82% das pessoas trans não concluem seus estudos.
Considerando esses dados alarmantes, como podemos esperar que pessoas trans encontrem seu espaço no mercado editorial quando elas já partem em imensa desvantagem na corrida da vida?
Embora o mercado editorial esteja um pouco mais aberto a publicar histórias protagonizadas e/ou escritas por autores trans, ainda não há dados concretos sobre a presença dessas pessoas em posições de poder.
Depois do sucesso do Vozes Negras, apresentamos a vocês o segundo financiamento coletivo da série Vozes: Vozes Trans, que tem como objetivo ampliar a voz de uma minoria em constante desvantagem e silenciamento.
"Vozes Trans" é o segundo livro da série Vozes e, assim como o primeiro, se faz resistência. Um grito de liberdade de pessoas trans constantemente silenciadas, que reivindicam seu protagonismo e ampliam suas vozes pela escrita. Através de ilustrações de Lune Carvalho e quatro histórias de ficção, es autores Brenda Bernsau, Jonas Maria, Koda Gabriel e Limão narram a trajetória de personagens em busca de seus sonhos e de se verem representades. O livro conta, ainda, com prefácio de Amara Moira.
Em 2019 lançamos nosso primeiro financiamento coletivo, para a publicação do primeiro livro da série Vozes: Vozes Negras, que tinha como objetivo ampliar a voz, através da escrita, de mulheres pretas. Em 2020 apresentamos para vocês o projeto Amor Entre Garotas, cujo objetivo era publicar três livros de meninas amando outras meninas. De lá pra cá, os pedidos para que esses projetos ganhem uma continuação têm sido muitos, por isso, resolvemos unir o melhor dos dois mundos e compartilhamos com vocês nossa mais nova aventura: Afrosáficas.
Através dessa série, vamos publicar três autoras pretas, com três livros inéditos, onde o tema central é o amor entre garotas pretas.
Se para meninas sáficas de uma maneira geral se ver num romance já é difÃcil, quando pensamos em um recorte racial essa dificuldade se torna ainda maior. Nosso objetivo é levar para a estante de vocês autoras incrivelmente talentosas, histórias maravilhosas e o amor sáfico afrocentrado.
O Amor na Porta do Lado, de Amanda Condasi
Fica Tudo Bem, de LÃvia Ferreira
Bem Depois do Sol, L.S. Englantine
Se você é uma garota que gosta de garotas e também ama ler, provavelmente já se deparou com um clichê, desses que aquecem o coração. Thati, Mariana e Maria, pelo menos, já. Cresceram rodeadas de livros e tentaram se ver em alguns deles. A menina nerd que se apaixona pelo garoto popular, a garota que se apaixona pelo garoto que acreditava odiar, ou ainda, a menina que se apaixona pelo melhor amigo do irmão. O que todas essas histórias têm em comum? Um relacionamento heteronormativo.
Meninas lésbicas, bissexuais e pansexuais em algum momento tentaram se encaixar nesses famosos clichês, mas falharam. Falharam porque gostar de outra garota é completamente diferente e traz suas próprias questões; Falharam porque até chegaram a acreditar que era errado, já que não era algo que se via nos livros, filmes e séries que assistiam; Falharam porque mesmo quando o mercado editorial começou a voltar sua atenção para obras LGBTQIA+, era mais G do que qualquer outra coisa. A série "Amor Entre Garotas" vai publicar não apenas um, mas três livros protagonizados por meninas que amam outras meninas, sejam elas lésbicas, bi ou pan. E você não precisa ser uma garota para apoiar nosso projeto, não é nenhum clube da Luluzinha, sabe? Para poiar nosso projeto, basta acreditar que toda forma de amor é válida e deve ser celebrada.
A Grande Chance de Ana Luna, de Thati Machado
Cartas Para LuÃsa, de Maria Freitas
Amélia Sem Filtro, de Mariana Mortani
Quantas histórias escritas e protagonizadas por pessoas nordestinas você já leu? Quanto da cultura nordestina você conhece? Quantas vezes encontrou livros e produtos feitos por pessoas nordestinas que não fossem classificados como “regionais”?
O Nordeste abriga 25% da população brasileira e é a região com mais estados do Brasil (são nove ao todo), sendo a Bahia o maior deles. Entre 1559 e 1763, a região sediou a capital federal do paÃs. Ainda assim, analisando o mercado editorial, é fácil perceber que os autores e suas publicações estão concentrados, em sua grande maioria, na região sudeste.
Quando pensamos em um livro produzido no Rio de Janeiro ou São Paulo, por exemplo, encaramos ele como um produto nacional a ser lido e apreciado por todo o paÃs. Mas quando pensamos em livros produzidos no Nordeste, eles são tidos como regionais ou voltados para um nicho especÃfico. E por quê?
Depois do sucesso do Vozes Negras e Vozes Trans e pensando nesse enorme abismo, é com muita alegria que compartilhamos com vocês o terceiro volume da série Vozes: Vozes Nordestinas, que tem como objetivo ampliar a voz de escritores e profissionais de uma região rica e constantemente silenciada e esquecida na nossa literatura contemporânea.
"Vozes Nordestinas" é o terceiro livro da série Vozes e, assim como os dois primeiros, se faz resistência. Um grito de liberdade de pessoas constantemente silenciadas, que reivindicam seu protagonismo e ampliam suas vozes pela escrita. Através de ilustrações de Beatriz Montenegro e quatro histórias de ficção, es autores Deko Lipe, Yuri Rebouças, Lorena Ribeiro e Lira Queiroz narram a trajetória de personagens em busca de seus sonhos e de se verem representades. O livro conta, ainda, com prefácio de Pedro Rhuas, autor do sucesso Enquanto Eu Não Te Encontro.
Começar essa apresentação com uma informação brutal não era a nossa intenção, mas precisamos encarar os fatos: o Brasil é o paÃs que mais mata pessoas trans e travestis em todo o mundo. Em nosso paÃs, a expectativa de vida de uma pessoa é de 75,5 anos, segundo o IBGE. Para pessoas trans, contudo, esse número cai para menos da metade. A expectativa de vida de uma pessoa trans é de apenas 35 anos. No paÃs com mais de 13 milhões de desempregados, pessoas trans e travestis ainda se deparam com mais um fator dificultante: o preconceito. Segundo pesquisa da OAB, 82% das pessoas trans não concluem seus estudos.
Considerando esses dados alarmantes, como podemos esperar que pessoas trans encontrem seu espaço no mercado editorial quando elas já partem em imensa desvantagem na corrida da vida?
Embora o mercado editorial esteja um pouco mais aberto a publicar histórias protagonizadas e/ou escritas por autores trans, ainda não há dados concretos sobre a presença dessas pessoas em posições de poder.
Depois do sucesso do Vozes Negras, apresentamos a vocês o segundo financiamento coletivo da série Vozes: Vozes Trans, que tem como objetivo ampliar a voz de uma minoria em constante desvantagem e silenciamento.
"Vozes Trans" é o segundo livro da série Vozes e, assim como o primeiro, se faz resistência. Um grito de liberdade de pessoas trans constantemente silenciadas, que reivindicam seu protagonismo e ampliam suas vozes pela escrita. Através de ilustrações de Lune Carvalho e quatro histórias de ficção, es autores Brenda Bernsau, Jonas Maria, Koda Gabriel e Limão narram a trajetória de personagens em busca de seus sonhos e de se verem representades. O livro conta, ainda, com prefácio de Amara Moira.
Em 2019 lançamos nosso primeiro financiamento coletivo, para a publicação do primeiro livro da série Vozes: Vozes Negras, que tinha como objetivo ampliar a voz, através da escrita, de mulheres pretas. Em 2020 apresentamos para vocês o projeto Amor Entre Garotas, cujo objetivo era publicar três livros de meninas amando outras meninas. De lá pra cá, os pedidos para que esses projetos ganhem uma continuação têm sido muitos, por isso, resolvemos unir o melhor dos dois mundos e compartilhamos com vocês nossa mais nova aventura: Afrosáficas.
Através dessa série, vamos publicar três autoras pretas, com três livros inéditos, onde o tema central é o amor entre garotas pretas.
Se para meninas sáficas de uma maneira geral se ver num romance já é difÃcil, quando pensamos em um recorte racial essa dificuldade se torna ainda maior. Nosso objetivo é levar para a estante de vocês autoras incrivelmente talentosas, histórias maravilhosas e o amor sáfico afrocentrado.
O Amor na Porta do Lado, de Amanda Condasi
Fica Tudo Bem, de LÃvia Ferreira
Bem Depois do Sol, L.S. Englantine
Se você é uma garota que gosta de garotas e também ama ler, provavelmente já se deparou com um clichê, desses que aquecem o coração. Thati, Mariana e Maria, pelo menos, já. Cresceram rodeadas de livros e tentaram se ver em alguns deles. A menina nerd que se apaixona pelo garoto popular, a garota que se apaixona pelo garoto que acreditava odiar, ou ainda, a menina que se apaixona pelo melhor amigo do irmão. O que todas essas histórias têm em comum? Um relacionamento heteronormativo.
Meninas lésbicas, bissexuais e pansexuais em algum momento tentaram se encaixar nesses famosos clichês, mas falharam. Falharam porque gostar de outra garota é completamente diferente e traz suas próprias questões; Falharam porque até chegaram a acreditar que era errado, já que não era algo que se via nos livros, filmes e séries que assistiam; Falharam porque mesmo quando o mercado editorial começou a voltar sua atenção para obras LGBTQIA+, era mais G do que qualquer outra coisa. A série "Amor Entre Garotas" vai publicar não apenas um, mas três livros protagonizados por meninas que amam outras meninas, sejam elas lésbicas, bi ou pan. E você não precisa ser uma garota para apoiar nosso projeto, não é nenhum clube da Luluzinha, sabe? Para poiar nosso projeto, basta acreditar que toda forma de amor é válida e deve ser celebrada.
A Grande Chance de Ana Luna, de Thati Machado
Cartas Para LuÃsa, de Maria Freitas
Amélia Sem Filtro, de Mariana Mortani
Quantas histórias escritas e protagonizadas por pessoas nordestinas você já leu? Quanto da cultura nordestina você conhece? Quantas vezes encontrou livros e produtos feitos por pessoas nordestinas que não fossem classificados como “regionais”?
O Nordeste abriga 25% da população brasileira e é a região com mais estados do Brasil (são nove ao todo), sendo a Bahia o maior deles. Entre 1559 e 1763, a região sediou a capital federal do paÃs. Ainda assim, analisando o mercado editorial, é fácil perceber que os autores e suas publicações estão concentrados, em sua grande maioria, na região sudeste.
Quando pensamos em um livro produzido no Rio de Janeiro ou São Paulo, por exemplo, encaramos ele como um produto nacional a ser lido e apreciado por todo o paÃs. Mas quando pensamos em livros produzidos no Nordeste, eles são tidos como regionais ou voltados para um nicho especÃfico. E por quê?
Depois do sucesso do Vozes Negras e Vozes Trans e pensando nesse enorme abismo, é com muita alegria que compartilhamos com vocês o terceiro volume da série Vozes: Vozes Nordestinas, que tem como objetivo ampliar a voz de escritores e profissionais de uma região rica e constantemente silenciada e esquecida na nossa literatura contemporânea.
"Vozes Nordestinas" é o terceiro livro da série Vozes e, assim como os dois primeiros, se faz resistência. Um grito de liberdade de pessoas constantemente silenciadas, que reivindicam seu protagonismo e ampliam suas vozes pela escrita. Através de ilustrações de Beatriz Montenegro e quatro histórias de ficção, es autores Deko Lipe, Yuri Rebouças, Lorena Ribeiro e Lira Queiroz narram a trajetória de personagens em busca de seus sonhos e de se verem representades. O livro conta, ainda, com prefácio de Pedro Rhuas, autor do sucesso Enquanto Eu Não Te Encontro.
Começar essa apresentação com uma informação brutal não era a nossa intenção, mas precisamos encarar os fatos: o Brasil é o paÃs que mais mata pessoas trans e travestis em todo o mundo. Em nosso paÃs, a expectativa de vida de uma pessoa é de 75,5 anos, segundo o IBGE. Para pessoas trans, contudo, esse número cai para menos da metade. A expectativa de vida de uma pessoa trans é de apenas 35 anos. No paÃs com mais de 13 milhões de desempregados, pessoas trans e travestis ainda se deparam com mais um fator dificultante: o preconceito. Segundo pesquisa da OAB, 82% das pessoas trans não concluem seus estudos.
Considerando esses dados alarmantes, como podemos esperar que pessoas trans encontrem seu espaço no mercado editorial quando elas já partem em imensa desvantagem na corrida da vida?
Embora o mercado editorial esteja um pouco mais aberto a publicar histórias protagonizadas e/ou escritas por autores trans, ainda não há dados concretos sobre a presença dessas pessoas em posições de poder.
Depois do sucesso do Vozes Negras, apresentamos a vocês o segundo financiamento coletivo da série Vozes: Vozes Trans, que tem como objetivo ampliar a voz de uma minoria em constante desvantagem e silenciamento.
"Vozes Trans" é o segundo livro da série Vozes e, assim como o primeiro, se faz resistência. Um grito de liberdade de pessoas trans constantemente silenciadas, que reivindicam seu protagonismo e ampliam suas vozes pela escrita. Através de ilustrações de Lune Carvalho e quatro histórias de ficção, es autores Brenda Bernsau, Jonas Maria, Koda Gabriel e Limão narram a trajetória de personagens em busca de seus sonhos e de se verem representades. O livro conta, ainda, com prefácio de Amara Moira.
Em 2019 lançamos nosso primeiro financiamento coletivo, para a publicação do primeiro livro da série Vozes: Vozes Negras, que tinha como objetivo ampliar a voz, através da escrita, de mulheres pretas. Em 2020 apresentamos para vocês o projeto Amor Entre Garotas, cujo objetivo era publicar três livros de meninas amando outras meninas. De lá pra cá, os pedidos para que esses projetos ganhem uma continuação têm sido muitos, por isso, resolvemos unir o melhor dos dois mundos e compartilhamos com vocês nossa mais nova aventura: Afrosáficas.
Através dessa série, vamos publicar três autoras pretas, com três livros inéditos, onde o tema central é o amor entre garotas pretas.
Se para meninas sáficas de uma maneira geral se ver num romance já é difÃcil, quando pensamos em um recorte racial essa dificuldade se torna ainda maior. Nosso objetivo é levar para a estante de vocês autoras incrivelmente talentosas, histórias maravilhosas e o amor sáfico afrocentrado.
O Amor na Porta do Lado, de Amanda Condasi
Fica Tudo Bem, de LÃvia Ferreira
Bem Depois do Sol, L.S. Englantine
Se você é uma garota que gosta de garotas e também ama ler, provavelmente já se deparou com um clichê, desses que aquecem o coração. Thati, Mariana e Maria, pelo menos, já. Cresceram rodeadas de livros e tentaram se ver em alguns deles. A menina nerd que se apaixona pelo garoto popular, a garota que se apaixona pelo garoto que acreditava odiar, ou ainda, a menina que se apaixona pelo melhor amigo do irmão. O que todas essas histórias têm em comum? Um relacionamento heteronormativo.
Meninas lésbicas, bissexuais e pansexuais em algum momento tentaram se encaixar nesses famosos clichês, mas falharam. Falharam porque gostar de outra garota é completamente diferente e traz suas próprias questões; Falharam porque até chegaram a acreditar que era errado, já que não era algo que se via nos livros, filmes e séries que assistiam; Falharam porque mesmo quando o mercado editorial começou a voltar sua atenção para obras LGBTQIA+, era mais G do que qualquer outra coisa. A série "Amor Entre Garotas" vai publicar não apenas um, mas três livros protagonizados por meninas que amam outras meninas, sejam elas lésbicas, bi ou pan. E você não precisa ser uma garota para apoiar nosso projeto, não é nenhum clube da Luluzinha, sabe? Para poiar nosso projeto, basta acreditar que toda forma de amor é válida e deve ser celebrada.
A Grande Chance de Ana Luna, de Thati Machado
Cartas Para LuÃsa, de Maria Freitas
Amélia Sem Filtro, de Mariana Mortani
Quantas histórias escritas e protagonizadas por pessoas nordestinas você já leu? Quanto da cultura nordestina você conhece? Quantas vezes encontrou livros e produtos feitos por pessoas nordestinas que não fossem classificados como “regionais”?
O Nordeste abriga 25% da população brasileira e é a região com mais estados do Brasil (são nove ao todo), sendo a Bahia o maior deles. Entre 1559 e 1763, a região sediou a capital federal do paÃs. Ainda assim, analisando o mercado editorial, é fácil perceber que os autores e suas publicações estão concentrados, em sua grande maioria, na região sudeste.
Quando pensamos em um livro produzido no Rio de Janeiro ou São Paulo, por exemplo, encaramos ele como um produto nacional a ser lido e apreciado por todo o paÃs. Mas quando pensamos em livros produzidos no Nordeste, eles são tidos como regionais ou voltados para um nicho especÃfico. E por quê?
Depois do sucesso do Vozes Negras e Vozes Trans e pensando nesse enorme abismo, é com muita alegria que compartilhamos com vocês o terceiro volume da série Vozes: Vozes Nordestinas, que tem como objetivo ampliar a voz de escritores e profissionais de uma região rica e constantemente silenciada e esquecida na nossa literatura contemporânea.
"Vozes Nordestinas" é o terceiro livro da série Vozes e, assim como os dois primeiros, se faz resistência. Um grito de liberdade de pessoas constantemente silenciadas, que reivindicam seu protagonismo e ampliam suas vozes pela escrita. Através de ilustrações de Beatriz Montenegro e quatro histórias de ficção, es autores Deko Lipe, Yuri Rebouças, Lorena Ribeiro e Lira Queiroz narram a trajetória de personagens em busca de seus sonhos e de se verem representades. O livro conta, ainda, com prefácio de Pedro Rhuas, autor do sucesso Enquanto Eu Não Te Encontro.
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Considerando esses dados alarmantes, como podemos esperar que pessoas trans encontrem seu espaço no mercado editorial quando elas já partem em imensa desvantagem na corrida da vida?
Embora o mercado editorial esteja um pouco mais aberto a publicar histórias protagonizadas e/ou escritas por autores trans, ainda não há dados concretos sobre a presença dessas pessoas em posições de poder.
Depois do sucesso do Vozes Negras, apresentamos a vocês o segundo financiamento coletivo da série Vozes: Vozes Trans, que tem como objetivo ampliar a voz de uma minoria em constante desvantagem e silenciamento.
"Vozes Trans" é o segundo livro da série Vozes e, assim como o primeiro, se faz resistência. Um grito de liberdade de pessoas trans constantemente silenciadas, que reivindicam seu protagonismo e ampliam suas vozes pela escrita. Através de ilustrações de Lune Carvalho e quatro histórias de ficção, es autores Brenda Bernsau, Jonas Maria, Koda Gabriel e Limão narram a trajetória de personagens em busca de seus sonhos e de se verem representades. O livro conta, ainda, com prefácio de Amara Moira.
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Através dessa série, vamos publicar três autoras pretas, com três livros inéditos, onde o tema central é o amor entre garotas pretas.
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O Amor na Porta do Lado, de Amanda Condasi
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Bem Depois do Sol, L.S. Englantine
Se você é uma garota que gosta de garotas e também ama ler, provavelmente já se deparou com um clichê, desses que aquecem o coração. Thati, Mariana e Maria, pelo menos, já. Cresceram rodeadas de livros e tentaram se ver em alguns deles. A menina nerd que se apaixona pelo garoto popular, a garota que se apaixona pelo garoto que acreditava odiar, ou ainda, a menina que se apaixona pelo melhor amigo do irmão. O que todas essas histórias têm em comum? Um relacionamento heteronormativo.
Meninas lésbicas, bissexuais e pansexuais em algum momento tentaram se encaixar nesses famosos clichês, mas falharam. Falharam porque gostar de outra garota é completamente diferente e traz suas próprias questões; Falharam porque até chegaram a acreditar que era errado, já que não era algo que se via nos livros, filmes e séries que assistiam; Falharam porque mesmo quando o mercado editorial começou a voltar sua atenção para obras LGBTQIA+, era mais G do que qualquer outra coisa. A série "Amor Entre Garotas" vai publicar não apenas um, mas três livros protagonizados por meninas que amam outras meninas, sejam elas lésbicas, bi ou pan. E você não precisa ser uma garota para apoiar nosso projeto, não é nenhum clube da Luluzinha, sabe? Para poiar nosso projeto, basta acreditar que toda forma de amor é válida e deve ser celebrada.
A Grande Chance de Ana Luna, de Thati Machado
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